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6 de setembro de 2010

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Não se afobe, não
Que nada é pra já
O amor não tem pressa
Ele pode esperar em silêncio
Num fundo de armário...




Amores serão sempre amáveis
Futuros amantes, quiçá
Se amarão sem saber
Com o amor que eu um dia
Deixei pra você


(Ele, o Chico)




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4 comentários:

Cáh disse...

Viva o Chico...
srrsrs

depois de ouvir ou ler uma só vez isto... a gente se pega cantando ela durante o dia...

um beijo =)

Nathália Thomaz disse...

amaramaramaramar...!

dias de amor, que ele te deixe vermelha de tanto...

beeeeeijos com recheio de ternura, rara Suzi!

ErikaH Azzevedo disse...

Será que eu posso discordar do post?

Um dia eu escrevi, por imensamente acreditar que amar é verbo de agoras e desses agoras cheios de pressa pra acontecer...

Há muita vida nos agoras, e os sempres parecem-me sempre tão distantes. O amor precisa ser vivido na hora, instante após instante, no contexto do momento, entregue às vivencias, nem que seja só de sonhos compartilhados, desse que se planeja bemjuntomuitocolado, etapa por etapa, m.i.n.u.n.c.i.o.s.a.m.e.n.t.e , até a concretização, mas tem que ser tudo sentido no hoje... É que ele, o amor, costuma deixar-se pouco vivo pro depois, sempre que é deixado pra depois. Quer ter seu começo no ponto certo e feito de muita entrega. Vive de intensidades, gosta de correr riscos, gosta que corram riscos por ele, não gosta de promessas futuras, desses amanhãs que não tenham pressa de acontecer.
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...Erikah Azzevedo...


O amor calcula as horas por meses,
e os dias por anos;
e cada pequena ausência é uma eternidade.

John Dryden


Mais beijinhos

Erikah

♪ Nαdine. disse...

Amo essa música.
Ahh, o Chico *-*

Beijos :*