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17 de julho de 2012

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A arte de viver
É simplesmente a arte de conviver...
Simplesmente, disse eu?
Mas como é difícil!



|Mario Quintana - Velório sem defunto|






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30 de maio de 2012

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Quando eu me for, os caminhos continuarão andando...
E os meus sapatos também! Porque os quartos, as casas que habitamos,
Todas, todas as coisas que foram nossas na vida
Possuem igualmente os seus fantasmas próprios,
Para alucinarem as nossas noites de insônia!


|Mario Quintana - Velório sem defunto|






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10 de maio de 2012

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Há Anjos que costumam freqüentar esses antros noturnos
que são os sonhos dos humanos...
São eles que, na hora extrema, costumam interceder por nós...
Os outros são dedos-duros!



|Mario Quintana - Velório sem defunto|





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24 de fevereiro de 2012

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A nossa canção de roda
tinha nada e tinha tudo
como a voz dos passarinhos

- mas que será que dizia?

A nossa canção de roda
era boba como a lua.
Mas a roda dispersou-se
cada qual perdeu seu par...



(Mario Quintana - A nossa canção de roda)

(Baú de espantos)



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7 de outubro de 2011





A página aguarda
O Poeta aguarda, mudo...
Em vão!

(O limite do poema é uma página em branco).



(Mario Quintana - Poema ouvindo o noticioso)

(Baú de espantos)


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