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20 de fevereiro de 2012

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Folhas douradas pendem
Ao vento
Fios de ouro partido.

(...)


As folhas em descompasso
Avançam.
Esbaforidas,
Irrequietas,
Folhas douradas giram,
Espiral,
Círculo,
Caracol.


(Os Diários de Sylvia Plath - Fragmento 34)


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6 de dezembro de 2011



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A solução para não pensar demais em si mesma
era ajudar alguém que estivesse numa situação pior.



(Sylvia Plath - A Redoma de Vidro)


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27 de outubro de 2011

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E o perigo em tomar um novo rumo, buscar novos horizontes e locais distantes,
é perder o que tenho agora e não achar nada, exceto solidão.


(Os Diários de Sylvia Plath)

(Fragmento 152)


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Sopra um vento úmido
E a chuva lava:




(Os Diários de Sylvia Plath)

(Fragmento 74)


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24 de agosto de 2011

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Não sei quem sou nem para onde vou
- sou a única que tem de escolher as respostas para essas questões medonhas.



(Os Diários de Sylvia Plath)

(Fragmento 154)


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Ah, eu mordo, mordo a vida como uma maçã suculenta.
Brinco com ela feito um peixe e sou feliz. E o que é ser feliz?
É seguir sempre em frente. Há algo melhor a ser feito do que aquilo que já fiz,
e impulsionada pela ilusão favorável do progresso, buscarei progredir,
fincarei as esporas em meu flanco, mais e mais - até aprender. Sempre.

(...)

E se não tiver aprendido mais nada, aprendi a ouvir e amar: todo mundo.
Humanitária, tenho fé na vocação do ser humano para o bem.
E compaixão por suas fraquezas (...)

O mundo é composto de dualidades, e o homem é o demônio angelical conciliador.


(Os Diários de Sylvia Plath)

(Fragmento 148)


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15 de julho de 2011

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Restava algum rancor, mas não fermentava,
dissolvia-se lentamente.


(Os Diários de Sylvia Plath)

(Fragmento 103)


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Faço parte de tudo que conheci.
Vocês todos, saibam ou não, tendo entrado na trama da minha vida e saído de novo, deixaram uma parte transitória de vocês que eu transformarei em algo.

(...)

Aprendi a ouvir e amar: todo mundo.
Humanitária, tenho fé na vocação do ser humano para o bem.
E compaixão por suas fraquezas ...

O mundo é composto de dualidades, e o homem é o demônio angelical conciliador.



(Os Diários de Sylvia Plath)

(Fragmento 148)


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13 de março de 2011





Amo as pessoas ...




Há em mim lugar para o amor,
e para tantas vidas queridas, sempre.


(Os diários de Sylvia Plath)

(Fragmento 28)

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E ao que parece devo sempre escrever pra você
cartas que jamais poderei enviar ...


(Os diários de Sylvia Plath)

(Fragmento 65)

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26 de julho de 2010


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- Se ser neurótica é querer duas coisas ao mesmo tempo,
então sou completamente neurótica.
Vou ficar voando de uma coisa para outra pelo resto da vida.


- Deixe que eu voe ao seu lado.



(Sylvia Plath - A redoma de vidro)

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